segunda-feira, 20 de setembro de 2010


Realidade cruel!



Não sei exatamente como começar este texto, e nem qual será o tom final. Sei apenas sobre o que quero escrever hoje, agora.
Tenho andado tão distraída, cansada, chateada. E ainda confusa como sempre fui. Sabe aquela minha sensibilidade em relação á tudo?Pois é.Eu que sempre me fiz de dura e indiferente a quase tudo que passa ao meu redor venho confessar a mais dolorosa forma de afirmação.Como é ruim confessar o que se sente sem nenhum pudor.A minha maior tortura pessoal é a critica.Ela me arranha por dentro como se fosse apanhados de espinhos. Sempre fui tão confiante em relação minhas idéias, projetos e desejos,que ultimamente me vejo tendo medo ate de sair na rua,ver pessoas... Sei que tenho competência para conseguir ultrapassar barreiras que antes nem me faziam mal, mas que hoje nem consigo mais tentar tira-las da minha frente por falta de vontade. Parece um ima que me prende ao fracasso. Como é complicado ver os sonhos reais indo embora como se fossem águas seguindo sua corrente. Sempre tive tudo o que queria e desejei. Acho que de certa forma isso me fez tornar-se uma pessoa sem ação.Meus pais sempre fazendo as vontades da menina mimada que nunca aceitou receber um ‘não’como resposta.Venho enfrentando uma batalha comigo mesma e isso é constrangedor e ao mesmo tempo benéfico a minha vida.Quero me tornar uma pessoa mais simples e menos egoísta.Aquela na qual não sentiram raiva ao olhar.Não posso e não quero criar expectativas demais.Pois a decepção é um meio no qual não gostaria mais de provar.Chega de sofrimento opcional. São poucas às vezes em que desabafo tudo que realmente me magoa. Tentar mudar algo que já foi vivido há 21 anos é triste e cansativo, mas não pretendo abandonar uma causa que só me trará benefícios!